← Voltar ao blog Saúde · 05/10/2026 · 8 min de leitura

Marketing para oftalmologista: refrativa sem leilão de preço

O paciente de cirurgia refrativa pesquisa o valor antes de chamar, e quem responde só com preço entra num leilão. A página que tira a clínica de oftalmologia desse leilão, o que ela precisa responder e o que a regra do CFM não deixa entrar.

O paciente de cirurgia refrativa pesquisa o valor antes de chamar, e a clínica que responde só com preço entra num leilão. Marketing para oftalmologista que sai desse leilão leva o anúncio para uma página que responde antes da conversa: o que é a cirurgia, para quem serve, como é a avaliação e as formas de pagamento.

Uma das buscas mais comuns de quem pensa em operar a miopia é “cirurgia refrativa valor particular”. O paciente digita, abre três ou quatro clínicas, manda a mesma pergunta para todas pelo WhatsApp e espera. Quando as respostas chegam, ele compara números. Quem cobra menos ganha a conversa, até aparecer alguém que cobra menos ainda.

Muita clínica de olhos perde paciente nesse momento. Não pelo preço, mas pela resposta. Este texto mostra como o paciente de refrativa escolhe a clínica, por que anunciar preço é um jogo que a clínica particular não ganha e o que uma página de procedimento precisa ter para a conversa começar em outro lugar: na avaliação.

Como o paciente de cirurgia refrativa escolhe a clínica?

Com calma e com medo. A cirurgia é eletiva, mexe com os olhos e custa caro. Antes de chamar, a pessoa quer saber se dói, se ela é candidata, quanto tempo fica afastada, quem opera e quanto vai pagar. Se o anúncio e a página não respondem nada disso, sobra a única pergunta que dá para fazer por mensagem: quanto custa.

É por isso que a primeira mensagem vira “qual o valor”. Não é que o paciente só se importe com preço. É que preço foi a única informação que ninguém deu antes. Quando a clínica responde as outras perguntas na página, a primeira mensagem muda de assunto.

Por que anunciar preço coloca a clínica num leilão?

Porque preço é a única coisa que o paciente consegue comparar sem entender nada de oftalmologia. Se o anúncio mostra um valor, a clínica passa a disputar com todas as outras que mostram valor, e a disputa só tem uma direção. A técnica, a experiência de quem opera e a qualidade da avaliação ficam invisíveis.

Há também a regra. A Resolução CFM 2.336/2023 permite informar o valor da consulta e as formas de pagamento. O valor do procedimento fica fora do anúncio e é acordado entre médico e paciente, depois da avaliação. Anúncio de refrativa com preço de cirurgia, além de puxar o leilão, fere a resolução.

O que a página da cirurgia refrativa precisa responder?

As mesmas perguntas que o paciente faria na consulta, na ordem em que elas aparecem na cabeça dele.

  1. O que é a cirurgia. Em linguagem simples, quais técnicas a clínica faz e para que serve cada uma. Sem jargão e sem prometer que a pessoa nunca mais vai usar óculos.
  2. Para quem ela serve. E, com a mesma clareza, para quem ela não serve. Quem tem grau instável ou alguma condição da córnea pode não ser candidato, e a página pode dizer isso.
  3. Como é a avaliação. Quais exames ela inclui, quanto tempo dura, se a pessoa precisa ir de acompanhante, quando sai o resultado.
  4. Formas de pagamento. Cartão, parcelamento, o que a clínica aceitar. A resolução permite, e responder isso antes evita metade das mensagens.
  5. Quem opera. Nome, CRM e RQE do oftalmologista, com uma foto real e um parágrafo sobre a formação.
  6. Onde. Endereço, estacionamento, como chegar.

E em cada dobra da página, um botão de WhatsApp com mensagem pré-preenchida citando o procedimento, para a recepção saber de onde a pessoa veio sem precisar perguntar.

Por que dizer que nem todo paciente é candidato ajuda a captar?

Porque passa uma coisa que nenhuma oferta passa: cuidado. A clínica que explica os critérios da avaliação mostra que não vai operar qualquer um para fechar a venda. O paciente que lê isso entende que a avaliação é o primeiro passo de verdade, e não uma formalidade antes de pagar.

De quebra, a página filtra. Quem sabe que tem uma condição que impede a cirurgia nem chama, e a recepção passa o dia com quem tem chance real de operar.

O que a página não pode ter pela regra do CFM?

  • Promessa de resultado, como “enxergue sem óculos para sempre” ou “visão perfeita”.
  • Antes e depois fora do protocolo da resolução, e qualquer imagem comparativa no anúncio pago.
  • Expressões como “o melhor oftalmologista” ou “a clínica mais moderna da região”.
  • Preço do procedimento no anúncio.
  • Garantia de que a cirurgia vai dar certo.

Nome, CRM e RQE do médico aparecem em toda peça. O que mudou com a resolução, item por item, está em regras do CFM para marketing médico.

Qual o caminho do anúncio até a avaliação marcada?

Anúncio, página, WhatsApp. O anúncio leva para a página da refrativa, não para o perfil do Instagram. A página responde as dúvidas básicas e tem o botão em cada dobra. Quem chama já passou pela explicação e pergunta quando pode fazer a avaliação.

Cada etapa precisa ser medida, ou a clínica não sabe onde perde gente: quantos viram o anúncio, quantos abriram a página, quantos chamaram, quantos marcaram. A diferença entre página de anúncio e site institucional está em landing page para clínica médica, e a medição peça por peça em pixel ou API de conversões.

Refrativa é um procedimento que o paciente procura pelo nome, e isso favorece o Google, onde a busca já mostra intenção. Quando vale começar pelo Google e quando pela Meta está em Google Ads ou Meta Ads para clínica.

Clínica de olhos particular também precisa do perfil do Google?

Precisa, porque “clínica de olhos particular” é uma busca local. A pessoa quer uma clínica perto de casa e abre o mapa. Perfil sem horário, sem foto e com avaliação sem resposta perde para o concorrente da rua de trás, mesmo com uma página de procedimento impecável. O passo a passo está em como aparecer no Google Maps na busca do bairro.

O perfil também é o lugar onde o paciente indicado confere a clínica antes de ligar. Até quem chegou por recomendação pesquisa.

Por que este texto não traz custo por conversa de oftalmologia?

Porque não temos base própria suficiente na especialidade, e só publicamos o que medimos nas contas que operamos. Os custos por conversa que divulgamos, com amostra e data, são de odontologia, dermatologia, cirurgia vascular e cirurgia plástica.

Para a clínica de olhos, isso tem uma consequência prática: o número que importa é o da própria agenda. Quanto custa cada conversa sobre refrativa, quantas viram avaliação e quantas avaliações viram cirurgia. Com a página e a medição no lugar, esses números passam a existir a partir do primeiro mês.

Por onde começar a página da refrativa?

O Site da clínica da Maia Digital fica no ar em 15 dias. Entram o briefing de especialidades e procedimentos, a página principal e até 4 páginas de procedimento, o botão de WhatsApp medido em cada dobra, a marcação para o Google, velocidade no celular, pixel e eventos, e a revisão pela regra do CFM antes da aprovação e da publicação. Hospedagem e domínio ficam no nome da clínica.

Com a página pronta, o passo seguinte é o anúncio, porque agora ele tem para onde mandar o paciente. O que um site de clínica precisa ter além da página do procedimento está em site para clínica médica.

Perguntas frequentes

Clínica de oftalmologia pode divulgar o valor da cirurgia refrativa?

No anúncio, não. A Resolução CFM 2.336/2023 permite informar o valor da consulta e as formas de pagamento, mas o valor do procedimento é acordado entre médico e paciente depois da avaliação.

O que a página de cirurgia refrativa precisa ter?

O que é a cirurgia, para quem serve e para quem não serve, como é a avaliação, as formas de pagamento, nome, CRM e RQE de quem opera, endereço e um botão de WhatsApp medido em cada dobra.

Marketing para oftalmologista funciona melhor no Google ou no Instagram?

Refrativa é procurada pelo nome, o que favorece o Google, onde a busca já mostra intenção. O Instagram ajuda a clínica a ser lembrada. Nos dois casos, o anúncio deve levar para a página do procedimento, não para o perfil.

Por que não há custo por conversa de oftalmologia neste texto?

Porque não temos base própria suficiente na especialidade e só publicamos o que medimos nas contas que operamos. Para a clínica de olhos, o número que importa é o da própria agenda, medido a partir do primeiro mês.

Quanto tempo leva para colocar o site da clínica de olhos no ar?

O Site da clínica da Maia Digital fica no ar em 15 dias contados da liberação dos acessos, com página principal e até 4 páginas de procedimento, WhatsApp medido em cada dobra e revisão pela regra do CFM.

Quer entender como isso fica na sua clínica? Fala com a gente no WhatsApp.

Dado citado · Índice Maia R$ 10,30

por conversa em saúde, ponderado desde 2021 · 138.600 conversas com paciente medidas · apuração 11/09/2026

Ver o benchmark completo →

Quer essa conta feita com o número da sua especialidade?

A Maia Digital monta a conta com você antes de qualquer investimento. 30 minutos, tela aberta.

Leia depois

Chamar no WhatsApp